domingo, 16 de junho de 2013

Férias com Dragões!!



Pessoas Queridas,

Que tal viajar e levar um dragão na mala? Ou melhor, dois - e não pagar pelo excesso de bagagem?

Até o dia 05 de julho, a Editora Draco está fazendo uma incrível promoção de seus livros, com descontos de 40% na compra de dois ou mais títulos (incluindo os que estão em pré-venda, Solarpunk e Brasil Fantástico), frete grátis, brindes e kits promocionais. O kit com os três volumes de Amores Proibidos, lançados até agora, está com 50% de desconto (R$ 49,90 os três) e O Castelo das Águias sai por apenas R$ 21,00 - mais barato que um almoço na taverna A Espada e o Lírio!! :)

A lista completa dos livros, regras para obter os descontos, formas de pagamento e tudo o mais podem ser acessadas aqui. E se você ler até o final, vai descobrir uma forma de concorrer a um exemplar do primeiro volume de Imaginários em Quadrinhos.

Estamos à sua espera para voar com os dragões!

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Hillias de Scyllix


Nem todos os leitores perceberam, mas em A Encruzilhada" - prequel de O Castelo das Águias publicada em "Imaginários 1" e agora disponível em E-book - Mael, o mestre de Kieran, faz uma menção a Hillias de Scyllix. É ele o outro mago a serviço do Exército, "um sujeito arrogante, de família nobre, que se compraz em punir subordinados e torturar prisioneiros de guerra".

Depois de semelhante apresentação, e a despeito de sua beleza e aparente polidez, esse membro da Casa Safira só pode mesmo ser visto com desconfiança. Ainda por cima, ele chega a Vrindavahn com a missão de conseguir que as águias douradas passem definitivamente à guarda do Exército, para serem usadas como arma de guerra. Isso não o torna nem um pouco simpático aos olhos de Anna e Kieran. No entanto, existe alguém que nutre por Hillias sentimentos bem diferentes, ainda que confusos - e é justamente aí que as coisas podem se complicar para os defensores das águias...

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Quer saber mais? Compre o livro, impresso ou em E-book! :)

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Cercado de energia mágica e com seu bastão de poder, Hillias aparece aqui no traço da talentosa Angela Takagui.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Diários da Reescrita 3: Fim de uma Etapa



Bom, Pessoas... Ontem, finalmente, concluí a reescrita do livro. É um orgulho e muito me alivia, mas não representa o fim do trabalho, apenas o de uma etapa após a qual ainda resta muito por fazer.

Para vocês terem uma ideia, o ponto final colocado após a palavra "xamã" (a que encerra o livro, pelo menos nesta versão) significa que, ao longo dos próximos meses, deve acontecer o seguinte:

1. Minhas leitoras beta vão fazer observações sobre os capítulos em suas mãos, que são os decisivos, e eu vou reler tudo exaustivamente a fim de fazer ou não as mudanças propostas.

2. No meio do processo vou duvidar de tudo que escrevi, da qualidade do meu trabalho e da própria ideia de trazer esse livro à luz. Vou ficar com vontade de jogar tudo pro alto e alugar boa parte dos meus amigos pra falar disso.

3. Ao mesmo tempo, vou me dedicar às leituras que estou devendo a amigos, aos copidesques de "Meu Amor é um Sobrevivente" e provavelmente a algum outro projeto literário.

4. Depois de muito suor e lágrimas, de fazer as alterações que julgar necessárias e a última revisão, vou mandar o livro para a editora.

5. Vou ficar roendo as unhas e tendo ataques de ansiedade até ter o retorno do leitor crítico.

6. Provavelmente vou escrever um conto ou dois.

7. Vou entrar em estado de negação depois de ler o parecer do leitor crítico.

8. Vou me esforçar durante a maior parte das minhas horas livres fazendo as alterações sugeridas e encontrando justificativas mirabolantes para não alterar aquilo que eu tiver certeza que não devo, porque talvez não pareça, mas eu também finco pé em algumas questões.

9. Enquanto isso vou escrever mais contos, acompanhar o processo de criação da capa, encher a cara de café, bolar uma sinopse, conversar com o editor sobre a promoção, a divulgação, o lançamento e todas as outras coisas que envolvem a publicação de um livro.

10. Vou receber o livro diagramado e fazer uma última e cuidadosa revisão.

11. Vou marcar e divulgar o lançamento - e aí vou rezar, torcer, me desdobrar para que tudo dê certo, que bastante gente apareça, que muita gente compre e que a maioria dessas pessoas curta o trabalho, não só no período seguinte ao do lançamento mas dali por diante ad eternum. E tudo isso para quê?

Para poder, dentro de algum tempo, começar tudo de novo, trabalhando no terceiro livro da saga.

Porque a vida não para - e, sendo assim, a escrita também não.

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Post ilustrado com uma árvore, para lembrar que sou uma andarilha em (breve) repouso.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Tomas, Aryan e Flora



Como já sabemos, nem todos os mestres do Castelo das Águias são magos. Temos um professor de Música, mestres de Ciências do Céu e da Terra, a nossa conhecida Mestra de Sagas e... Claro, os mestres da Ala Violeta!

Eles são artesãos - carpinteiros, tecelões, ourives -  mas, principalmente, artistas que ajudam os futuros magos a desenvolverem a concentração e a criatividade. Muitos passam apenas temporadas no castelo, ministrando oficinas de acordo com a necessidade do grupo de aprendizes (e por isso a Ala Violeta está frequentemente repleta de tendas), mas outros são presença constante, quase se podendo dizer que seus ofícios fazem parte do "currículo" da Escola de Artes Mágicas.

O líder informal dos mestres da Ala é Mestre Tomas, um artista de fantoches que é ajudado na manipulação pelo filho Aryan e na confecção dos bonecos pela futura nora, Flora, que é chamada pelos dois homens de "Abelhinha" (por ser trabalhadeira ou porque zumbe e ataca quando está zangada; escolham a melhor explicação). Anna e Flora se tornam amigas no primeiro livro da série, e o futuro reserva algumas histórias compartilhadas entre a Mestra de Sagas e a família de artistas.

Uma curiosidade, até o momento só revelada neste blog: Tomas estava presente no momento da fundação da Escola de Artes Mágicas e foi convidado por Camdell e Theoddor a se tornar um dos mestres. O mesmo convite foi feito a seu parceiro de trabalho na época, um certo Cyprien de Pwilrie, que declinou por estar determinado a regressar ao Leste e ajudar o Povo Alto a conquistar seus direitos. Mesmo distantes, porém, Tomas e Cyprien conseguiram manter o contato, por isso não é improvável que o Mestre das Sete Artes acabe tendo uma participação especial nas aventuras de Anna & Kieran.

É só esperar. :)

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segunda-feira, 6 de maio de 2013



Pessoas Queridas,

Com um pouco de atraso, venho anunciar a seleção de contos e autoras aprovadas para a coletânea Meu Amor é um Sobrevivente. A lista está aqui, no blog da Editora Draco.

Agradecemos a todas as participantes e deixamos um aviso: já estamos pensando no tema para o próximo volume. E é muito, MUITO legal. Fiquem com a gente!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Diários da Reescrita 2: Mexer com Quem está Quieto



Pessoas Queridas,

Finalmente, estou chegando à reta final do trabalho de reescrita do livro. Bom, pelo menos a primeira reescrita, já que ainda falta a opinião das leitoras-beta sobre metade do texto (incluindo algumas partes muito importantes) e, depois, a do editor e/ou do leitor crítico designado pela Draco. É provável que com base nelas ainda faça modificações, isso é mais do que esperado. Mas tenho certeza de que nada irá se comparar às mudanças que fiz por minha conta nos últimos meses.

Como vocês devem saber - eu falei sobre isso no primeiro post da série - não só minha escrita, mas a própria maneira pela qual eu encaro o trabalho mudou muito desde que produzi a primeira versão, e o que eu tinha escrito já não me agradava, principalmente no que se refere ao relacionamento entre Anna e Kieran. Eu queria conferir mais força e relevo a Anna, mostrar como ela cresceu desde o primeiro livro. Além disso, os acontecimentos que dão o "pontapé inicial" na trama não estavam me convencendo. Justamente por isso, os primeiros capítulos foram os mais difíceis de reescrever. Por outro lado, eu tinha a certeza de que haveria alguns trechos mais fáceis, porque estavam escritos a contento e porque ali a trama, em si, não ia mudar muito. Eu poderia ter mantido vários deles como estavam, páginas e páginas, apenas com uma pequena revisão, mas...

Pois é, foi aí que entrou o inevitável mas. E nesse caso ele teve a ver com o fato de querer fazer todo o possível para tornar o livro gostoso de ler, mesmo que já não estivesse corrigindo problemas e sim apenas aparando arestas.

Em outras palavras, entre aquilo que realmente precisava ser mudado e as cenas já bem trabalhadas havia questões ligadas ao enredo que estavam perfeitamente coerentes e "redondinhas", mas que poderiam melhorar e ficar mais instigantes se eu me dispusesse a ter um pouco de trabalho. O perigo seria demorar demais fazendo isso ou acabar me perdendo em detalhes que, no final, acabariam deixando pontas soltas ou se converteriam simplesmente em excesso (dispensável) de informação.

A solução encontrada foi eleger duas situações-chave - a explicação para o que acontecera no início e a parte que considero o clímax - e fazer delas uma espécie de "desafio de reescrita", no qual buscava a melhor solução e não a mais fácil. Como resultado, os diálogos foram quase inteiramente refeitos, as cenas de ação intensificadas e as explicações dadas de forma a fugir da obviedade. Bom, ao menos eu tentei!

Em meio ao processo, tive um bônus, que a sorte (dizem) costuma conceder aos bardos e mestres de sagas: é que uma situação que eu havia criado no primeiro livro, achando que terminaria ali, acabou servindo como gancho para as mudanças na trama do segundo. Quando consegui perceber isso e reescrever essa parte a história pareceu ganhar novo fôlego - e aí foi questão de reorganizar o roteiro, aglutinar ou dividir capítulos (o caderno-guia é esse aí de cima, mostrando parte da reestruturação) e, por fim, ajeitar os detalhes.

No fim, até os nomes que eu tinha escolhido para certos lugares e personagens foram mudados, assim como o próprio título do livro, embora isso tenha se originado de uma sugestão do editor para que o repensasse. Afinal, como disse uma grande amiga minha, "Um Ano e um Dia" era um título legal, sim, mas só para quem conhecesse a história. E como disse outro amigo para terminar de demolir tudo, lembrava muito os títulos das obras do Nicholas Sparks. :)

E é assim, muitos meses e páginas depois de iniciado o processo, que eu me acho agora. O texto está prestes a ser entregue ao editor, a capista já recebeu informações sobre o trabalho (mais uma vez contaremos com a querida e talentosa Carol Mylius!)e eu me preparo para a etapa final de revisão pós-leitura crítica e para o trabalho envolvido no lançamento e na divulgação. Não posso dizer que a ansiedade se foi, mas acho que a maior parte de minhas escolhas se provará acertada, inclusive a decisão de mexer com o que já estava bom o suficiente.

Sem pretensões, mas também sem falsa modéstia, eu me comprometi a fazer melhor.

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Amigos, agora é com vocês. Falem de como anda sua escrita, de como vocês encaram a constatação de que é preciso fazer mudanças, do quanto pensam em seus leitores e/ou no mercado em meio a esse processo. Essas são questões de que pretendo falar em breve. Mas seria legal se alguém já as levantasse aqui.

Aguardo comentários!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Algias, MateMágico e Alquimista



No primeiro livro da série, Algias é apresentado a Anna de Bryke como um mago, mas também professor de Matemática na Escola de Artes Mágicas. Mais tarde, fica-se sabendo que a Ala Verde do Castelo das Águias tem um laboratório de Alquimia - e as engrenagens começam a rodar quando descobrimos que é Algias quem trabalha nele.

Tal como Kieran de Scyllix, Algias se dedica à Magia da Forma e do Pensamento, cuja prática exige estudos paralelos acerca dos símbolos, dos astros, dos sons e dos números. Sendo um matemático (ou mateMágico, como dizem seus alunos), é possível que ele tenha construído seu caminho na senda da Magia com base nesses conhecimentos, e que faça pesquisas e experiências que poderíamos chamar de científicas. Estranho? De modo algum, pois em Athelgard a Magia e a Ciência caminham juntas, como aliás já aconteceu em outro mundo que conhecemos muito bem. :)

Algias chegou ao Castelo das Águias pouco depois de Rydel, quando Camdell, o Mentor, estava em busca de um novo professor de Matemática. No primeiro livro da série, ficamos sabendo que mantém uma casa fora do Castelo e que é casado com uma arquiteta chamada Ennea. Vemos também que se trata de uma pessoa madura e ponderada, mas que, por temperamento, costuma ficar menos em evidência que a maioria de seus colegas. Isso, porém não impede que se manifeste quando necessário e tome posição.

Um conto sobre Algias está em meus planos para breve. De qualquer forma, os leitores da série ainda ouvirão falar bastante a respeito desse mago e cientista.

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Com um visual futurista, em relação aos tempos do Castelo - mas combina com o personagem! - Algias aparece aqui no traço da talentosa amiga Angela Takagui.