domingo, 25 de abril de 2021

10 Anos de O Castelo das Águias

 


Esta semana marca um acontecimento muito especial na minha vida. Foi quando lancei “O Castelo das Águias”, primeiro livro da chamada Trilogia Athelgard, pela Editora Draco.

Muitas pessoas imaginam que esse foi meu primeiro livro. Na verdade, eu tinha publicado três livros independentes, dois dos quais haviam encontrado “casa” em outras editoras. Também estava começando a publicar contos em coletâneas – inclusive foi assim, participando da “Imaginários”, que conheci o Erick Santos, editor da Draco. No entanto, “O Castelo das Águias” acabou por ser meu livro mais conhecido até agora, pelo menos dentro do “nicho” que consome fantasia nacional, e um divisor de águas na minha carreira literária, por várias razões:

- Porque se passa no universo Athelgard, que reúne boa parte das minhas histórias;

- Porque foi o primeiro a ser reescrito a partir de leitura crítica (da Ana Cristina Rodrigues e depois do próprio Erick), tendo em mente a ideia de que era um produto editorial e deveria dialogar com o público-alvo;

- Porque, ao contrário dos anteriores, saiu por uma editora de fato voltada para leitores do gênero fantástico, e teve uma repercussão maior entre eles;

- Porque a recepção desse público mais específico, e que com mais frequência trouxe algum feedback, forneceu parâmetros para eu reescrever os livros seguintes da série com muito mais segurança e melhorar como escritora (ao menos assim espero);

- Porque marcou o início do meu relacionamento com a Editora Draco, que apostou no meu trabalho como escritora e antologista e me apoiou na construção de uma carreira dentro da Literatura Fantástica nacional.

Agora, tendo acabado de republicar “O Caçador”, esse sim, meu primeiro livro, muitas vezes me pergunto se deveria fazer a mesma coisa com o “Castelo”. Rever, reescrever, reeditar com alterações que me ocorreram ao longo do tempo, a partir de múltiplas leituras. Tenho certeza de que o livro ganharia com isso, e é provável que eu o faça dentro de mais alguns anos, não só com ele mas com toda a trilogia, embora o livro 1 mereça um cuidado especial. O que quer que aconteça, porém, sempre terei muito carinho por “O Castelo das Águias”, portal de entrada para o universo Athelgard, e por seus habitantes, que me ajudam a combater meus demônios, a descobrir trilhas secretas e a compartilhar minhas histórias vividas e sonhadas.

Pela Magia e pela Arte! Que venham as próximas!

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(Ilustra de Hidaru Mei)


quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Lobos da Fantasia : Minha Campanha no Catarse

Pessoas Queridas, 

Sim, tenho estado ausente. Mas há uma boa razão, e esta é a surpresa que eu estava preparando para vocês, junto com a Editora Draco. 

Faz 25 anos, nada menos, mas ainda me lembro da emoção que foi colocar o ponto final no meu primeiro livro. "O Caçador" era uma história de fantasia baseada em contos de fadas tradicionais e eu tinha posto toda a minha alma nele. 

O livro demorou dez anos para ser publicado como independente e mais quatro para ganhar uma casa, a Franco Editora, que fez um ótimo trabalho. Mas esse ciclo se encerrou - e, como na natureza, acaba de recomeçar!


A edição que comemora os 25 anos de "O Caçador" vem atualizada e com essa belíssima capa, desenhada pelo Erick Sama. Entra agora em campanha no Catarse -- uma campanha que chamamos de Lobos da Fantasia -- acompanhada de outro livro, escrito a quatro mãos com Allana Dilene, em que as referências são os clássicos de aventura escritos por Jack London.


Na campanha existe a possibilidade de adquirir meus outros livros, as coletâneas que organizei e, ainda, outras obras de fantasia da Draco. O pacote vem com marcador, postal e cupom de desconto. Tão logo seja batida a meta inicial, anunciaremos várias outras, que irão para todos ao apoiadores. 

Assim, convido vocês a mergulhar nesse mundo de aventura, mistério e contos de fadas, e também a celebrar comigo essa jornada que já dura um quarto de século. Pela Magia e pela Arte!