Magia da Forma e Pensamento
Nessa vertente, a vontade do mago é treinada de forma a interferir nos planos físico e mental. Isso possibilita ações como a visualização da aura e de imagens mentais, a transformação de objetos, o controle das forças da natureza, entre muitas outras. A vontade é treinada por meio de exercícios e quase sempre fortalecida por rituais que incluem gestos, símbolos, sons e ferramentas de poder, como aneis e bastões.
Alguns magos, como Kieran de Scyllix, são mais hábeis em trabalhar com a energia mental, fazendo relativamente pouco uso dos rituais. Já outros têm mais facilidade com a manipulação das formas, como Finn de Riverast, que divide as aulas com Kieran; esses magos costumam dar mais atenção aos ritos e a todo o aparato visível da Magia.
A prática de Magia da Forma e Pensamento exige estudos paralelos acerca dos símbolos, dos astros, dos sons e dos números. Conhecer o significado e a vibração dos nomes é tão importante que deu origem a uma “especialidade” chamada, justamente, de Magia dos Nomes, cujo preceito principal é sempre lembrado aos aprendizes: “Mude o nome de um rio e mudará seu curso”. Bardos e Mestres de Sagas, embora não sejam magos, devem ter isso em mente ao contar histórias.
As pessoas talhadas para esse tipo de Magia costumam manifestar o Dom ainda na infância. Ao contrário dos Magos da Alma, sempre meditando e questionando a si mesmos, os adeptos da Forma e Pensamento podem ter qualquer tipo de personalidade e temperamento, não necessariamente se tornando mais generosos, tolerantes ou sábios à medida que progridem em seus estudos.
No próximo post: Como ser um Mago em Athelgard?
E aqui deixamos mais um desenho do Kieran, desta vez com um ar de roqueiro emprestado pela devota de Thonarr (Thor, em nosso universo), Ana Clara Thomazini.
domingo, 13 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
A Magia em Athelgard (1)
Há vários tipos de práticas mágicas em Athelgard. As pessoas que se denominam magos são quase sempre adeptas de uma das duas vertentes da Magia tradicional dos Elfos Brilhantes: a da Alma, também chamada do Fogo, e da Forma e Pensamento. A imensa maioria delas vive nas Terras Férteis. Existem ainda xamãs, curandeiros que se valem de alguns conhecimentos específicos de Magia e simples feiticeiros.
Independente de quem a pratica, a Magia tem regras que devem ser observadas, principalmente a do equilíbrio entre as energias que atuam no universo. Bem e Mal, vida e morte, luz e trevas são forças opostas e complementares, e todo mago deve ser consciência de que suas ações terão efeitos não apenas no mundo físico, mas também, quase sempre, no plano do invisível.
Magia da Alma
- A tradição élfica
É o tipo mais sutil de Magia. Por meio de exercícios de concentração e de meditações, o mago entra em sintonia com as vibrações ao seu redor, reconhecendo os padrões segundo os quais as coisas se transformam e agindo a favor do equilíbrio. A maior parte dos magos da Alma se concentra observando o fogo – daí o outro nome dessa tradição – e executa rituais mínimos, que às vezes se resumem a gestos.
Quase todos os adeptos da Magia da Alma são Elfos Brilhantes ou têm predominância de sangue élfico. A prática os leva a passar por grandes transformações internas ao longo da vida, que podem mudar sua forma de encarar o mundo. Foi o que aconteceu, por exemplo, com Odravas, criador do movimento que prega o abandono das cidades e da civilização em favor de uma vida mais simples.
- Devotos, xamãs e feiticeiros
A religião dos Homens tende a se posicionar contra a Magia. Mesmo nas Terras Férteis, onde o convívio com os Elfos obriga a maior tolerância, os Prestes (sacerdotes) são proibidos de praticá-la, enquanto os leigos são desencorajados. No entanto, há pessoas capazes de realizar atos mágicos por meio de sua fé, principalmente entre os devotos de Thonarr, o Senhor do Raio. É o caso de Padraig, um aprendiz da Escola de Artes Mágicas que promete vir a ser um mago poderoso.
Praticado nas tribos das florestas, o xamanismo também é uma forma de Magia ligada à Alma. Vivendo próximos à terra, os xamãs reconhecem a existência de um Espírito em todas as coisas e a ligação entre as pessoas e a Natureza.
Em regiões habitadas apenas por Homens há, por vezes, práticas diferenciadas. No Oeste, qualquer forma de Magia costuma ser encarada com horror, mas mesmo assim há muitos feiticeiros, geralmente com pouco poder, que vivem de explorar a superstição alheia. No Leste, o Povo Alto praticava uma forma simplificada de Magia da Alma, duramente reprimida após a reconquista do território pelos primeiros colonizadores. Já em lugares mais selvagens, como as Terras Geladas, os feiticeiros costumam se aliar aos grandes senhores e auxiliá-los em seus feitos.
No próximo post: a Magia da Forma e Pensamento, especialidade de Mestre Kieran.
O personagem que todos amam retratar aparece aqui em desenho de Vania Vidal, datado - reparem - de 2008, quando o livro se resumia a um sonho e um monte de papel rabiscado.
Independente de quem a pratica, a Magia tem regras que devem ser observadas, principalmente a do equilíbrio entre as energias que atuam no universo. Bem e Mal, vida e morte, luz e trevas são forças opostas e complementares, e todo mago deve ser consciência de que suas ações terão efeitos não apenas no mundo físico, mas também, quase sempre, no plano do invisível.
Magia da Alma
- A tradição élfica
É o tipo mais sutil de Magia. Por meio de exercícios de concentração e de meditações, o mago entra em sintonia com as vibrações ao seu redor, reconhecendo os padrões segundo os quais as coisas se transformam e agindo a favor do equilíbrio. A maior parte dos magos da Alma se concentra observando o fogo – daí o outro nome dessa tradição – e executa rituais mínimos, que às vezes se resumem a gestos.
Quase todos os adeptos da Magia da Alma são Elfos Brilhantes ou têm predominância de sangue élfico. A prática os leva a passar por grandes transformações internas ao longo da vida, que podem mudar sua forma de encarar o mundo. Foi o que aconteceu, por exemplo, com Odravas, criador do movimento que prega o abandono das cidades e da civilização em favor de uma vida mais simples.
- Devotos, xamãs e feiticeiros
A religião dos Homens tende a se posicionar contra a Magia. Mesmo nas Terras Férteis, onde o convívio com os Elfos obriga a maior tolerância, os Prestes (sacerdotes) são proibidos de praticá-la, enquanto os leigos são desencorajados. No entanto, há pessoas capazes de realizar atos mágicos por meio de sua fé, principalmente entre os devotos de Thonarr, o Senhor do Raio. É o caso de Padraig, um aprendiz da Escola de Artes Mágicas que promete vir a ser um mago poderoso.
Praticado nas tribos das florestas, o xamanismo também é uma forma de Magia ligada à Alma. Vivendo próximos à terra, os xamãs reconhecem a existência de um Espírito em todas as coisas e a ligação entre as pessoas e a Natureza.
Em regiões habitadas apenas por Homens há, por vezes, práticas diferenciadas. No Oeste, qualquer forma de Magia costuma ser encarada com horror, mas mesmo assim há muitos feiticeiros, geralmente com pouco poder, que vivem de explorar a superstição alheia. No Leste, o Povo Alto praticava uma forma simplificada de Magia da Alma, duramente reprimida após a reconquista do território pelos primeiros colonizadores. Já em lugares mais selvagens, como as Terras Geladas, os feiticeiros costumam se aliar aos grandes senhores e auxiliá-los em seus feitos.
No próximo post: a Magia da Forma e Pensamento, especialidade de Mestre Kieran.
O personagem que todos amam retratar aparece aqui em desenho de Vania Vidal, datado - reparem - de 2008, quando o livro se resumia a um sonho e um monte de papel rabiscado.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
O Mapa de Athelgard
Queridos Amigos e Leitores,
Eis Athelgard. É nessa ilha - em forma de ponta de flecha, dizem os compêndios - que se desenrola a história contada em O Castelo das Águias.
Nem todas as cidades e povoados da ilha estão representados no mapa, mas todas as localidades citadas no livro podem ser encontradas ali, como Bryke, a Floresta dos Teixos e as Onze Cidades dos elfos brilhantes. Entre essas está Scyllix, a terra natal de Kieran, situada na fronteira com o Oeste e sede do Exército da Liga.
Na porção oriental das Terras Férteis está Vrindavahn, habitada por homens, elfos e mestiços que convivem (quase sempre) em harmonia. Lá, junto à Floresta das Águias, fica a Escola de Artes Mágicas fundada por Theoddor e Camdell.
Sejam bem-vind@s!
Arte do mapa por Erick Sama
Conheçam também as Terras que não estão no mapa!
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Pré-Venda e Entrevista
No intervalo da saga, aqui vão algumas novidades (ou nem tanto):
1. Semana passada, concedi uma entrevista para o Portal Cranik a convite do editor, escritor e promotor cultural Ademir Pascale. Ali, falo um pouco sobre a minha trajetória como leitora e escritora e conto como e onde surgiram as primeiras ideias que iriam desembocar no livro. Convido vocês todos a darem uma olhada.
2. O Castelo das Águias já está em pré-venda! Ele pode ser encomendado (com entrega prevista para 31 de março) nos seguintes lugares:
Editora Draco
Loja Estronha
Moonshadows RPG
Livraria da Travessa
Livraria Cultura
3. Por fim, o livro também já está no Skoob, onde recebeu a primeira avaliação - juro que não sei quem a fez, mas agradeço mesmo assim. ;)
...
No próximo post, uma surpresa especial pra vocês. Até lá!
1. Semana passada, concedi uma entrevista para o Portal Cranik a convite do editor, escritor e promotor cultural Ademir Pascale. Ali, falo um pouco sobre a minha trajetória como leitora e escritora e conto como e onde surgiram as primeiras ideias que iriam desembocar no livro. Convido vocês todos a darem uma olhada.
2. O Castelo das Águias já está em pré-venda! Ele pode ser encomendado (com entrega prevista para 31 de março) nos seguintes lugares:
Editora Draco
Loja Estronha
Moonshadows RPG
Livraria da Travessa
Livraria Cultura
3. Por fim, o livro também já está no Skoob, onde recebeu a primeira avaliação - juro que não sei quem a fez, mas agradeço mesmo assim. ;)
...
No próximo post, uma surpresa especial pra vocês. Até lá!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Kieran de Scyllix
Ao contrário de Anna, Kieran de Scyllix não gosta de contar sua própria história. Tudo que se sabe é que ela foi bem triste até os treze anos, quando Mael, o Mestre das Águias do exército, descobriu o potencial do jovem para a Magia e o nomeou seu aprendiz. Enquanto estudava, ele recebeu treinamento militar, de forma a se tornar ao mesmo tempo um mago e um soldado.
Além do aprendizado com Mael, Kieran passou alguns anos na Escola de Magia de Riverast. Ao regressar, assumiu o posto de Mestre das Águias, mas renunciou após alguns anos, devido a uma série de divergências. Por intermédio de sua amiga Lara, foi convidado a viver no Castelo das Águias, onde passou a ser um dos Mestres de Magia da Forma e do Pensamento.
Kieran é fechado e muito rígido, com uma agressividade que nem sempre consegue esconder. No entanto, há traços nobres e até sensíveis em sua personalidade, como um maldisfarçado pendor para as letras e a música. Seus aprendizes se dividem em relação a ele: alguns o veem como uma espécie de carrasco, ao passo que outros o consideram um modelo a ser seguido.
E Anna, o que vê em Kieran? Nem ela conseguiria explicar. Tudo que sabe é que admira sua atitude e determinação ao defender as águias douradas.
E que acha as mãos dele muito bonitas.
E que, por mais respostas que tenha na ponta da língua, nem sempre sabe o que dizer quando o assunto envolve o Mestre de Magia.
.....
Kieran de Scyllix é retratado aqui no traço de Allana Dilene.
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Gostou do personagem? Que tal ler alguns contos em que ele aparece?
Promessas da Lua traz Kieran aos 18 anos, aluno da Escola de Guerra e aprendiz de Mael, o Mestre das Águias. Ele contracena com os amigos Doron e Teig e com a irmã, Seril. E tem uma visão que o acompanharia por muitos anos.
Em A Trilha dos Sonhos Kieran já é um dos mestres da Escola de Artes Mágicas e se prepara para receber uma visitante muito especial.
O Fogo Interior e Em Nome de Thonarr são histórias centradas em aprendizes do Castelo das Águias (Razek e Padraig, respectivamente), nas quais o Mestre Kieran desempenha um importante papel.
A Encruzilhada conta como nosso herói encontrou seu mestre, aos 14 anos de idade, e fez uma escolha que marcaria toda a sua vida.
E quem gostou do Mestre Mael pode curtir muito O Anel do Escorpião e saber como o então mercenário conseguiu a posse de um poderoso artefato mágico.
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Espero que curtam estas histórias. E depois me digam.
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
Anna de Bryke
Anna de Bryke – ou Anna dos Lobos, como ela às vezes chama a si mesma – é a narradora do livro. E não poderia ser de outro jeito, pois ela adora contar histórias, a começar pela sua.
Anna cresceu entre dois povos de culturas muito diferentes: a tribo da Floresta dos Teixos, da qual descende por parte da avó, e os Elfos do povoado de Bryke que, embora tenham deixado as Terras Férteis e optado por um modo de vida mais simples, continuam a cultivar as Ciências e as Artes. Quando criança, Anna estudou na escola mantida por eles, ao mesmo tempo que aprendia as tradições e o modo de vida de sua tribo. E não achou assim tão difícil integrar os dois.
A mais jovem mestra da Escola de Artes Mágicas é uma pessoa de temperamento extremamente conciliador, para quem tudo pode ser resolvido por meio de uma boa conversa. É gregária e muito curiosa. Até sair de Bryke, não se questionou muito sobre o mundo que conhecia dos livros, dando como certo o jeito de viver de sua tribo, onde, como diz, “o que é bom para a Casa do Lobo também é para a do Corvo e a da Lontra”. Em Vrindavahn, porém, começa a se confrontar com uma realidade diferente, e precisa aprender a agir segundo uma nova estratégia.
Entre tantas mudanças que acontecem de repente, uma das mais importantes vem através do encontro com Kieran de Scyllix. Os dois não parecem combinar em nada – temperamento, idade, história de vida – mas não é preciso muito tempo para provar, mais uma vez, que o coração tem razões que a própria razão desconhece.
E, quando se engajam numa causa comum, os laços entre eles aumentam ainda mais... ;)
Anna de Bryke é retratada aqui no traço de Allana Dilene.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
As Raças em Athelgard (2)
Humanos e mestiços
Em duas regiões de Athelgard há populações que descendem dos Homens e dos Vanir: nas Terras Férteis, que dividem com os Elfos Brilhantes, e no Leste, onde por algum tempo mantiveram um grande reino. O segundo grupo é conhecido como Povo Alto. Muitos de seus descendentes vivem hoje na cidade de Pwilrie e ganham a vida como artesãos e saltimbancos.
Os povos de sangue inteiramente humano estão espalhados por toda a ilha. Sua aparência e costumes variam de acordo com a região. Apesar disso, todos falam a mesma língua, com diferentes sotaques. A exceção são os clãs de bárbaros das Montanhas Geladas, no extremo norte, que são também os únicos a adorar seus próprios deuses. Os demais creem num Deus Único, embora a devoção cotidiana e os sacrifícios sejam mais dirigidos aos Heróis dos Ettas, como Thýrr, Thonarr, Woden e Freya: os deuses de Asgard e do Vanaheim, deixados para trás pelos antepassados dos Elfos e dos Homens das Terras Férteis, mas de alguma forma vivos em sua memória.
Athelgard tem também um grande número de mestiços de Elfos e Homens, principalmente nas Terras Férteis, onde a convivência é muito antiga. Sua posição nas famílias varia a cada caso, mas costuma ser mais difícil nas Casas Nobres. Já na região Norte, os casos são raros e em geral envolvem violência dos Homens contra as tribos.
A mestiçagem entre os diferentes grupos élficos também é rara. Recentemente, porém, o movimento iniciado pelo sábio Odravas levou grupos de Elfos Brilhantes a fundar povoados próximos às florestas, onde passaram a conviver com as tribos de caçadores. Isso fez surgir aldeias como a de Bryke, na Floresta dos Teixos, onde as raças e as culturas dos dois povos élficos estão cada vez mais misturadas e indistinguíveis.
É justamente de lá que vem a nossa Mestra de Sagas...
Em duas regiões de Athelgard há populações que descendem dos Homens e dos Vanir: nas Terras Férteis, que dividem com os Elfos Brilhantes, e no Leste, onde por algum tempo mantiveram um grande reino. O segundo grupo é conhecido como Povo Alto. Muitos de seus descendentes vivem hoje na cidade de Pwilrie e ganham a vida como artesãos e saltimbancos.
Os povos de sangue inteiramente humano estão espalhados por toda a ilha. Sua aparência e costumes variam de acordo com a região. Apesar disso, todos falam a mesma língua, com diferentes sotaques. A exceção são os clãs de bárbaros das Montanhas Geladas, no extremo norte, que são também os únicos a adorar seus próprios deuses. Os demais creem num Deus Único, embora a devoção cotidiana e os sacrifícios sejam mais dirigidos aos Heróis dos Ettas, como Thýrr, Thonarr, Woden e Freya: os deuses de Asgard e do Vanaheim, deixados para trás pelos antepassados dos Elfos e dos Homens das Terras Férteis, mas de alguma forma vivos em sua memória.
Athelgard tem também um grande número de mestiços de Elfos e Homens, principalmente nas Terras Férteis, onde a convivência é muito antiga. Sua posição nas famílias varia a cada caso, mas costuma ser mais difícil nas Casas Nobres. Já na região Norte, os casos são raros e em geral envolvem violência dos Homens contra as tribos.
A mestiçagem entre os diferentes grupos élficos também é rara. Recentemente, porém, o movimento iniciado pelo sábio Odravas levou grupos de Elfos Brilhantes a fundar povoados próximos às florestas, onde passaram a conviver com as tribos de caçadores. Isso fez surgir aldeias como a de Bryke, na Floresta dos Teixos, onde as raças e as culturas dos dois povos élficos estão cada vez mais misturadas e indistinguíveis.
É justamente de lá que vem a nossa Mestra de Sagas...
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