terça-feira, 11 de setembro de 2018

Ficção Científica na Biblioteca Parque


Pessoas Queridas,

No dia 13 de outubro irei participar dos eventos da Semana da Ciência na Biblioteca Parque de Niterói.



Meu bate-papo é às 16 h, com o tema "Júlio Verne e H. G. Wells, pais da Ficção Científica." Às 17 h será a vez de Luiz Felipe Vasques falar sobre a exploração e a colonização espacial e sua abordagem na Ficção Científica. Haverá distribuição de marcadores e sorteio de coletâneas da Draco.

A Biblioteca Parque fica na Praça da República s/n, Centro, pertinho do Shoping Niterói. Apareçam!

EDITADO: Aqui vão duas fotos em que eu e Luiz Felipe soltamos o verbo diante da nossa plateia, abrilhantada com a presença de Gerson Lodi-Ribeiro, Eduardo Torres e André Orsolon! :)






quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Sábado Fantástico em Copacabana

Pessoal,

Convido quem estiver no Rio para um bate-papo com autores do grupo Fantasia Brasil.

Será neste sábado, 25 de agosto, de 11h às 17h, no Espaço Literário da Livraria Bambolê.
O endereço é Av. Nossa Senhora de Copacabana, 1072 loja 2 - Copacabana (perto do metrô Cantagalo).

Haverá sessões de autógrafos, sorteios e bate-papos.


Temas dos bate-papos:

11h - Mitologia e Fantasia, com Ana Lúcia Merege e Danilo Sarcinelli (gratuito): um bate-papo sobre as várias mitologias e suas influências no gênero fantástico ao longo dos tempos. Público: Juvenil e Adulto.

14h - Tolkien e George Martin - dois gênios da literatura fantástica, com Cristina Pezel e João Paulo Silveira (gratuito): um bate-papo com leitores sobre as características destes autores fantásticos e suas influências na literatura. Público: Juvenil e Adulto.

Para se inscrever, preencha o formulário clicando aqui.

Esperamos por você!

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Espero Vocês dias 3 e 4 no Estande B 113!

Pessoas Queridas,

Após o mar de emoções em que naveguei na Casa Fantástica da FLIP, eis-me de novo fazendo as malas, desta vez para a Bienal!

Vou estar lá nos dias 3 e 4 de agosto, sexta e sábado, da hora em que conseguir entrar até o fim do evento. O estande é o B 113, da Editora Draco, é claro!


Nunca é demais lembrar que Orlando e o Escudo da Coragem será lançado na Bienal e está em pré-venda. É o meu décimo livro solo e, tal como Anna e a Trilha Secreta, seu público-alvo são crianças a partir dos 10 ou 11 anos. Mas, assim como da Anna, pessoas de todas as idades podem gostar.



Sinopse e demais informações estão no site da Editora Draco, e aqui no blog tem algumas postagem sobre o personagem e o processo de escrita. Basta clicar no marcador O Escudo da Coragem, aí ao lado, para acessá-las.

Vejo vocês em breve, na Bienal!

sábado, 21 de julho de 2018

Pré-Venda de Orlando e Participação na Casa Fantástica da FLIP

Pessoas Queridas,

Este post se destina a dar duas notícias de suma importância. Em primeiro lugar...

YESSSS! Orlando e o Escudo da Coragem será lançado na Bienal e está em pré-venda! É o meu décimo livro solo e, tal como Anna e a Trilha Secreta, seu público-alvo são crianças a partir dos 10 ou 11 anos. Mas, assim como da Anna, pessoas de todas as idades podem gostar.



Sinopse e demais informações estão no site da Editora Draco, e aqui no blog tem algumas postagem sobre o personagem e o processo de escrita. Basta clicar no marcador O Escudo da Coragem, aí ao lado, para acessá-las.

A outra notícia é sobre minha participação na Casa Fantástica da FLIP, que será no dia 26 de julho, às 16 h. Partilho mesa com Diego Guerra e Marcelo Paschoalin e vamos falar de sagas e trilogias na Literatura Fantástica nacional.


A programação completa desse evento, que reunirá mais de 40 autores de Literatura Fantástica, pode ser acessada aqui

Estou superfeliz pelas duas coisas (e bem ansiosa, como devem imaginar). Espero encontrar alguns de vocês na FLIP, bem como receber algum feedback sobre a leitura de Orlando. Mas só estar compartilhando essas notícias com vocês, depois de tantas batalhas, já é uma alegria enorme.

Até breve!

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Mais uma vez na Feira Medieval!


Pessoas Queridas,

Mais uma vez estarei na Feira Medieval na Quinta da Boa Vista (a quinta edição da Feira!). Será no domingo, dia 8 de julho, das 10 às 18 h. Levarei os livros de Athelgard e as coletâneas "Magos", "Medieval" e "Excalibur", e vou autografar a coletânea "Histórias Fantásticas do Guardião", de que participei a convite dos editores. Também está prevista uma minipalestra sobre as raízes medievais da Literatura Fantástica e o sorteio de um exemplar de "Medieval".

Apareçam, vai ser mágico!

domingo, 1 de julho de 2018

Grimmagauhr e os Dragões de Athelgard


A existência de dragões é um capítulo à parte em Athelgard.

Nos tempos em que decorrem O Castelo das Águias e suas sequências, os habitantes da Ilha Exterior não têm nenhuma dúvida de que eles existiram. Isso é comprovado não apenas por antigos relatos, desenhos e esculturas, mas pela presença de ossadas, geralmente em lugares de difícil acesso, como cavernas situadas em montanhas e pequenas ilhas (entre as quais a famosa Ilha dos Ossos). A maioria das pessoas, porém, acredita que os dragões desapareceram há centenas de anos – e por isso o ovo meio petrificado encontrado pelos navegantes de O Tesouro dos Mares Gelados é motivo de assombro, tal como o é o pequeno dragão avistado por Anna e Kieran, anos depois, durante uma tempestade.

Aliás... Seria o mesmo dragão?

A resposta a essa questão parece ficar evidente quando, pela primeira vez, os visitantes desse universo são convidados a conhecer a Ilha Interior. Lá, eles descobrirão que os dragões pertenciam a três estirpes distintas – a branca, a rubra e a negra, cada qual com suas particularidades, que iam além da cor – e que, assim como boa parte dos descendentes dos elfos egressos de Alfheim, deixaram essa localidade protegida para viver na Ilha Exterior, onde foram exterminados pelos homens ou pelos próprios elfos na luta pela posse do território. Um, porém, foi deixado para trás: o orgulhoso e mal-humorado Grimmagauhr, descendente da estirpe rubra, capz de assumir a forma de um homem ruivo e desajeitado.

A jornada de Grimmagauhr e o que ele descobriu pode ser acompanhada no conto O Último Dragão de Athelgard, que está disponível em e-book solo e na versão digital da coletânea Dragões, da Editora Draco.

Grim, em sua forma humana, e o seu “ego” draconiano foram retratados pela talentosa Evelyn Postali especialmente para o blog do Castelo.

O autor Cristiano Konno também trouxe dragões a Athelgard no conto O Elfo das Terras Além, que se passa nesse universo.



segunda-feira, 7 de maio de 2018

De Leitores Beta e Autores Encapuzados



Pois é, Pessoas Queridas...

Lá se vão dois meses desde o ponto final. Ou melhor, o primeiro ponto final. Porque, como eu tinha dito antes, a obra nunca deve ser dada como finalizada sem antes passar por revisão e, quase sempre, ser reescrita, ainda que apenas em algumas partes, de preferência depois de o texto ter estado sob outros olhos.

Falo aqui desses anjos/demônios que todo escritor deveria ter e que chamamos de leitores beta. Eles leem a obra em suas primeiras versões, quando geralmente ainda estamos inseguros e cheios de dúvidas – e, quando não estamos, é quase certo que eles arranjem algumas para a gente!

No meu caso, uma leitora fez uma observação sobre o desfecho da história, e as sugestões que deu para melhorar – e as ideias que tive durante e depois da conversa com ela – me levaram a escrever um final alternativo para o livro do Orlando. Não muda o que acontece, exatamente, mas a forma como acontece. Creio que assim vai ficar melhor, mais crível, portanto mais emocionante. E, curiosamente... Resultou em algo muito próximo do que eu imaginava fazer, com relação a esse desfecho, quando a história ainda tomava forma em minha cabeça.

Agora, vocês podem se perguntar: isso significa que você deveria ter ouvido sua intuição? Deveria ter seguido a ideia inicial, e tudo teria dado certo sem precisar de leitor beta? Foi o fato de escrever pensando num público-alvo, e não simplesmente seguir suas entranhas, que te fez tropeçar no finzinho?

Não creio. E direi a razão: é que escritor nenhum é infalível, e cada livro é como uma jornada diferente. Em alguns a gente acerta o caminho de primeira, em outros, não. Tive muita sorte por meus livros e contos publicados sem leitura beta haverem agradado à maioria dos leitores, inclusive aos editores que publicaram os livros independentes. E tive ainda mais sorte por contar com bons leitores beta e críticos nos textos que, sem eles, certamente iriam naufragar.

No caso do Orlando, a intervenção da leitora beta lembrou muito o que acontece com os falcões da história, quando têm o capuz removido. Ela me ajudou a enxergar um problema que, de outra forma, provavelmente não perceberia. Sei que isso não acaba por aqui, ainda faltam outros betas e a leitora crítica, e não é impossível que algum deles fale a favor de deixar o desfecho como estava antes. Mas sei também que, em meio a essas vozes dissonantes, encontrarei a história mais verdadeira, assim como as palavras mais adequadas para contá-la.

E  mal posso esperar para partilhá-la com vocês.

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Imagem retirada do "Traité de Fauconnerie'" de H Schlegel e AH Verster de Wulverhorst